Ando querendo aprender,
ando procurando saber
o que é mais bonito na vida.
E nesse busca tão longa,
descobri alguma coisa:
o sorriso das crianças,
o canto dos passarinhos,
o vento em forma de brisa,
movimentos de nuvens,
claridade do céu após a chuva,
murmúrio de águas que passam,
música ao longe,
saudade dos quinze anos,
beijos da mulher amada.
Descobri mais ainda:
A sinfonia de um amanhecer,
a tristeza da boquinha da noite,
o dia de Natal,
o primeiro velocípede,
a primeira bicicleta,
a primeira árvore que a gente planta,
a viagem de férias para bem longe,
a tradução sem dicionário,
o quadro na exposição.
Doce é ver enchente, sentir neblina,
comer pêssego maduro,
e... sonhar acordado.
De luz,
muita luz,
Deus fez os céus, o verde e o azul.
De intensa luz,
infinitas luzes,
Deus criou o róseo,
o lilás, o índigo,
muito de aurora e crepúsculo.
Branco,
branquinho sem sombra,
vermelho, bege, amarelo,
ouro novo, ouro velho,
surgiram da madrugada azul
em início de clarear sem nuvens.
De favos do mel celeste,
ganhamos cobalto, cinza, goiaba,
muito de topázio e laranja.
Do hálito de uma manhã-neblina
fruímos quarenta tons de verde:
verde musgo, verde espiga, verde mar,
limão verde, verde cana,
ondas verdes de mares que Minas não tem.
Mil verdes de mil florestas,
Azuis de mil montanhas,
verdes de prados verdejantes
como apreciava o Salmista.
Azuis e verdes,
verdes iluminados de azuis:
safiras, esmeraldas, turquesas,
doce olhar de brilho verde
em mil sentimentos de amor!
Ando querendo aprender,
ando procurando saber
o que é mais bonito na vida.
E nesse busca tão longa,
descobri alguma coisa:
o sorriso das crianças,
o canto dos passarinhos,
o vento em forma de brisa,
movimentos de nuvens,
claridade do céu após a chuva,
murmúrio de águas que passam,
música ao longe,
saudade dos quinze anos,
beijos da mulher amada.
Descobri mais ainda:
A sinfonia de um amanhecer,
a tristeza da boquinha da noite,
o dia de Natal,
o primeiro velocípede,
a primeira bicicleta,
a primeira árvore que a gente planta,
a viagem de férias para bem longe,
a tradução sem dicionário,
o quadro na exposição.
Doce é ver enchente, sentir neblina,
comer pêssego maduro,
e... sonhar acordado.
De luz,
muita luz,
Deus fez os céus, o verde e o azul.
De intensa luz,
infinitas luzes,
Deus criou o róseo,
o lilás, o índigo,
muito de aurora e crepúsculo.
Branco,
branquinho sem sombra,
vermelho, bege, amarelo,
ouro novo, ouro velho,
surgiram da madrugada azul
em início de clarear sem nuvens.
De favos do mel celeste,
ganhamos cobalto, cinza, goiaba,
muito de topázio e laranja.
Do hálito de uma manhã-neblina
fruímos quarenta tons de verde:
verde musgo, verde espiga, verde mar,
limão verde, verde cana,
ondas verdes de mares que Minas não tem.
Mil verdes de mil florestas,
Azuis de mil montanhas,
verdes de prados verdejantes
como apreciava o Salmista.
Azuis e verdes,
verdes iluminados de azuis:
safiras, esmeraldas, turquesas,
doce olhar de brilho verde
em mil sentimentos de amor!